Cooperação Científica Internacional dos Grupos de Pesquisa em Secretariado Executivo do Brasil

Fernanda Cristina Sanches, Carla Maria Schmidt, Ivanete Daga Cielo, Keila Raquel Wenningkamp

Resumo


A cooperação científica em âmbito internacional tem se intensificado significativamente nos últimos anos, uma vez que fortalece os cursos de graduação e pós-graduação, corrobora para o aumento do número e da qualidade das pesquisas, auxilia na concessão de bolsas e possibilita o compartilhamento de recursos, entre outros. Assim, dada a importância dessa temática, neste estudo tem-se o seguinte objetivo: analisar de que forma tem se desenvolvido a cooperação científica internacional dos membros integrantes dos grupos de pesquisa em Secretariado Executivo no Brasil. Para tanto, foi desenvolvido um estudo de caráter quantitativo-qualitativo, a partir do método descritivo. Os dados utilizados apresentam origem secundária, pois foram obtidos com base em consulta aos currículos Lattes de todos os membros dos grupos de pesquisa da área de Secretariado Executivo, a partir de busca com os seguintes termos: secretariado; secretariado executivo e secretarial. Os principais resultados apontam que todos os grupos, em maior ou menor número, têm apresentado produções científicas dessa natureza. Dentre os tipos de produção, os grupos apresentam maior colaboração internacional no indicador “publicações” e com os países, Portugal e Argentina, respectivamente.


Palavras-chave


Cooperação científica internacional. Grupos de pesquisa. Secretariado Executivo.

Texto completo:

PDF

Referências


Balestrin, A.; Verschoore, J. R. & Reys Junior, E. (2010). O campo de estudo sobre redes de cooperação interorganizacional no Brasil. Revista de Administração Contemporânea, 14 (3), 458-477.

Bittencourt, O. N. da S. & Kliemann Neto, F. J. (2009). Rede social no sistema de saúde: um estudo das relações interorganizacionais em unidade de serviços de HIV/AIDS. Revista de Administração Contemporânea. 13 (especial), 87-104.

Capes. (2015). Ficha de Avaliação do Programa. Recuperado em 5 maio, 2015, de http://www.capes.gov.br

Capes (2015). Programa Geral de Cooperação Internacional. Edital de Seleção para Projetos Conjuntos de Pesquisa, Projetos de Parcerias Universitárias e Candidaturas Individuais: Edital nº. 02.

CNPq (2015). Bolsa de Produtividade em Pesquisa. Recuperado em 5 maio, 2015, de http://www.cnpq.br/web/guest/view/

_____. (2015). Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil. Recuperado em 5 maio, 2015, de http://lattes.cnpq.br/web/dgp

Cruz, A. P.; Espejo, M. M. dos S. B.; Costa, F. & Almeida, L. B. de. (2011). Perfil das redes de cooperação científica: congresso USP de controladoria e contabilidade - 2001 a 2009. Revista Contabilidade e Finanças. 22 (55), 64-87.

Durante, D. (2012). Pesquisa em Secretariado: cenários, perspectivas e desafios. Passo Fundo: Editora UPF.

Faria, L. & Costa, M. C. da. (2006). Cooperação científica internacional: estilos de atuação da Fundação Rockefeller e da Fundação Ford. Revista de Ciências Sociais. 49 (1),159 - 191.

Gama, W. & Velho, L. (2005). A cooperação científica internacional na Amazônia. Revista Estudos Avançados, 19 (54).

Georghiou, L. (1998) Global cooperation in research. Research Policy. (27).

Gil, A. C. (2010). Métodos e técnicas de pesquisa social (6a. ed.). São Paulo: Atlas.

Kapel, K. K. (2009). A cooperação técnica triangular na política externa do governo Lula: diversificando as linhas de Cooperação Sul-Sul. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal do RS. Porto Alegre/RS. Disponível http://www.lume. ufrgs.br/bitstream/handle/10183/21520/000736636.pdf?sequence=1

Katz, J. S. & Martin, B. R. (1997). What is Research Collaboration? Research Policy, 26, 1-18.

Kerch, A. L. & Schneider, L. G. S. (2013). O Brasil na cooperação internacional para o desenvolvimento: a atuação brasileira na cooperação sul-sul. Anais do VI Encontro de Estratégia. Bento Gonçalves/RS. Bento Gonçalves: VI Encontro de Estratégia.

Lima, R., Velho, L. M. & Faria, L. (2007). Indicação bibliométrica de cooperação internacional. Perspectivas da Ciência da Informação, 12 (1), 50-64.

Loader, R. (1995). Transaction Costs and relationships in agri-food systems. Proceedings of the 2nd International Conference on Chain Management.

Luukkonen, T.; Persson, O. & Silvertsen, G. (1992). Understanding patterns of international scientific collaboration. Science, Technology & Human Values, 17 (1).

Mello, C. M.; Crubellate, J. M. & Rossoni, L. (2010). Dinâmica de relacionamento e prováveis respostas estratégicas de programas brasileiros de pós-graduação em administração à avaliação da Capes: proposições institucionais a partir da análise de redes de coautorias. Revista de Administração Contemporânea, 14 (3),434-457.

Ménard, C. (2004). The economics of hybrid Organizations. Journal of Institutional and Theoretical Economics. 160 (3), 345-376.

Merlin, G. & Persson, O. (1996). Studying research collaboration using co-autorship. Scientometrics, 36 (3).

Nunes, B. F. (2006). O sistema de C T no Brasil e a cooperação internacional: notas sobre a experiência Capes/Cofecub. R B P G. 3 (6), 234-253.

Rossoni, L. (2006). A dinâmica de relações no campo da pesquisa em organizações e estratégia no Brasil: uma análise institucional. Dissertação de mestrado em Administração), Universidade Federal do Paraná, Curitiba.

Sánchez, E. R. (2002). Cooperación y desarrollo: nueve preguntas sobre el tema. Burgos, España: Amycos.

Santos, C. G. dos & Carrion, R. da S. M. (2011). Sobre a governança da cooperação internacional para o desenvolvimento: atores, propósitos e perspectivas. RAP.

Sato, E. (2010). A cooperação internacional: uma componente essencial das relações internacionais. RECIIS – R. Eletr. de Com. Inf. Inov. Saúde.4 (1), 46-57.

Schmidt, C.; Cielo, I. D. & Sanches, F. C. (2012). Mapeamento de redes: um estudo sobre as relações entre universidades e docentes em cursos de Secretariado Executivo. In: Durante, D. Pesquisa em Secretariado: cenários, perspectivas e desafios. Passo Fundo: Editora UPF.

Silva, D. H. da. (2007). Cooperação internacional em ciência e tecnologia: oportunidades e riscos. Revista Brasileira de Política Internacional, 50 (1), 5-28.

Wagner, C. S. (2004). International collaboration in Science: a new dynamic for knowledge creation. Tese de doutorado, Amsterdan School of Communications Research. University of Amsterdan.

Zylbersztajn, D. & Farina, E. (2006). Dynamics of network governance: a contribution to the study of complex forms. Série Working Paper. 03 (26).




DOI: http://dx.doi.org/10.7769/gesec.v7i3.509

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2016 Fernanda Cristina Sanches, Carla Maria Schmidt, Ivanete Daga Cielo, Keila Raquel Wenningkamp

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Sem derivações 4.0 Internacional.

Revista de Gestão e Secretariado - GeSeC e-ISSN:2178-9010

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia